A Pitchfork publicou uma crítica extremamente negativa ao novo álbum de Chris Brown, “Brown”, lançado na última sexta-feira (8).
Na resenha divulgada nesta terça-feira (12), a revista afirmou que o cantor entrega músicas “sem alma” em uma tentativa de “caçar hits”, além de dizer que o projeto “não justifica” seu retorno aos holofotes.
Segundo o texto, o disco não consegue transmitir emoção ou autenticidade. A publicação escreveu que o trabalho “não é romântico, engraçado, sexy, dançante, comovente, vulnerável ou honesto”, classificando o álbum como uma produção vazia e feita apenas para buscar sucesso comercial.
A Pitchfork também afirmou que Chris Brown “vive espiritualmente em 2015”, período anterior ao fortalecimento da chamada cultura do cancelamento, e avaliou que o artista ainda tenta sustentar uma “narrativa de redenção” diante da opinião pública.
Em outro trecho, a revista criticou a forma como o cantor teria construído sua imagem ao longo dos anos, afirmando que ele passou a se apresentar como vítima de uma conspiração midiática. Ao final da análise, o álbum recebeu nota 1,3.
A publicação encerrou a crítica dizendo que a falta de análises mais duras sobre a carreira recente de Chris Brown acabou favorecendo sua permanência no mainstream, permitindo que o artista conduzisse a própria narrativa pública sem grandes questionamentos.
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